quarta-feira, 22 de maio de 2013

O que há de errado com Duque Bacelar?

















Duque Bacelar é uma microcidade localizada no estado do Maranhão. O local é provinciano e como já era de se esperar, apresenta visível estado de calamidade, no entanto, a população vive há décadas nessa mediocridade e pouco de manifesta pra realizar mudanças. Todos lá enfrentam a falta de água, a energia de má-qualidade e as ruas repletas de mato  e piçarra como algo normal.
Dentro dessa realidade vem o questionamento: O que há de errado com o povo de Duque Bacelar? Certo que o medo e a ignorância são fatores relevantes na falta de ação dessa população, mas, como viver com tanta atrocidade e não reivindicar nada? É inacreditável como as pessoas desse lugar vivem num contexto que repassa uma visão de descuido. Lá podemos verificar costumes arcaicos como, por exemplo: habitantes lavando roupas no meio da rua. Esses hábitos demonstram a falta de senso dessas pessoas que não fazem o mínimo pra melhorar a aparência local.
Caso passe por Duque Bacelar não se assuste, lá é uma cidade, embora pareça um povoado. O local vive em função dos serviços de outras cidades. Este é um agravante, pois o lugar nunca evoluirá, já que sempre vai depender de outras cidades e, por isso, ficará para sempre no retrocesso.
Os moradores de lá sofrem com a falta de tudo, pois o município não tem serviços básicos para atender as necessidades da população. Só para ilustrar essa situação vexatória, antes da atual gestão, o hospital contava apenas com uma parteira e só, acredite se quiser, em pleno século XXI, apenas uma parteira era responsável pelos partos. E como se ainda não bastasse, o prefeito anterior exercia dois papéis: médico e prefeito, isso mesmo ele desenvolvia duas funções. Só mesmo no Brasil, pra acontecer esse tipo de realidade.
Lá podemos constatar o verdadeiro caos. Todos os prefeitos que entraram no poder até hoje, não fizeram nada, eu digo todos porque Duque Bacelar é simplesmente o resultado da mais pura roubalheira que se alastrou pelo país. Nada se salva nesse município, tudo lá é decadente. As ruas são sujas, pura piçarra, a água também  é suja, logo porque a “estação de tratamento”, mais parece uma concentração de esgoto,  Enfim, se eu fosse elencar todos os problemas, escreveria mil páginas e não terminaria.
É preciso intervir de forma imediata nessa cidade, pois se continuar nesse ritmo, ela será rebaixada de município para povoado, embora já tenha aparência, o que falta é só a nomenclatura.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

CERTIFICADO DE BABÃO

Existem muitas coisas na vida que nos irritam, tipo: ter que esperar na fila do banco, ensinar o dever de casa para o filho ou mesmo ter que suportar um chefe chato só pra não perder o emprego. No nosso dia-a-dia nos deparamos com esses inconvenientes que, apesar de tudo, fazem parte da nossa vida, no entanto, nada se equipara ao puxassaquismo de alguns “assistentes” de prefeito.
Dentro dessa categoria enquadram-se aqueles indivíduos que, mesmo sabendo que seu padrinho perdeu a eleição, ainda continuam a exercer seu papel: o tão conhecido e admirado PUXASSACO ou BABÃO. Os mais intelectuais denominam essa velha profissão como assistente de prefeito, vereador, presidente, enfim, qualquer um que exercer um cargo no governo.
Nessa verdadeira saga, o babão poder surgir nas mais diversas situações, porém, uma delas, em particular, me chama a atenção, um caso que vem ocorrendo em Miguel Alves. Um “radialista” da rádio Digital FM, sabe bem o valor desse papel. Cotidianamente esse senhor ataca a atual gestão da cidade com críticas infundadas. É incrível como o resultado de uma eleição deixa algumas pessoas incomodadas, chegando ao nível do rebaixamento.
É notória a ausência de fundamento desse indivíduo. Pelas críticas descontextualizadas podemos entender que esse senhor parece que não estudou ou mesmo não sabe utilizar a realidade e as palavras para expressar seu descontentamento. Digo isso, porque o mesmo desconsidera o uso de críticas inteligentes em favor do baixo nível. A pessoa em questão não considera o fato de que para fazer críticas é necessário principalmente estabelecer um comparativo
entre o antes e o depois.
O que ouço desse sensacionalista é a mais completa estupidez. Em um de seus programas ele disse que a atual gestão não está fazendo nada pra melhorar a cidade, mas como sanar os problemas que não foram resolvidos pelo outro gestor que ficou no cargo durante vários anos? Como assim? Querem que o problema da cidade seja resolvido como mágica? Se fosse assim, não haveria eleições, apenas contratados que trabalhariam por alguns meses e tudo ficaria bem nos quatros cantos do país.
Antes de criticar a gestão atual, é importante que se olhe para o passado da cidade de Miguel Alves. Esse lugar sofreu com um gestor incompetente, onde a poeira das ruas fazia do cidadão um ser ínfimo. Muitos falavam que o prefeito era bom porque trazia bandas caras, mas, enquanto ele gastava o dinheiro público com despesas desnecessárias, a população afundava no retrocesso.
Diante disso temos que compreender que nenhum gestor é mágico pra resolver todos os problemas em menos de seis meses; o gestor anterior não resolveu em anos, porque a atual gerência resolveria tanto atraso em alguns meses? Por essas e outras, esse radialista deveria voltar a estudar e no mínimo tentar criticar a gestão de forma inteligente e não apresentar esse show de burrice que ele faz todos os dias na rádio de Miguel Alves. O certo é que esse senhor merece um CERTIFICADO DE BABÃO, pois, somente ele está qualificado para fazer críticas recalcadas.
Parabéns, nessa categoria eu posso dizer que o senhor foi graduado e só falta realizar a festa de formatura. Talvez quando o seu candidato voltar ao poder essa farra seja realizada, pois, o povo brasileiro tem amnésia e costuma eleger abutres para governar o nosso país.

terça-feira, 16 de abril de 2013

A natalidade e o bolsa-família: será que essa novela vai ter um final feliz?


As estatísticas alertam: nosso planeta já tem pessoas demais. Essa afirmação parece ser, para alguns indivíduos, um mero dado, mas, é importante refletir sobre essa superpopulação, pois, pesquisas indicam que num futuro não tão distante irá faltar recursos para atender a todos. E no Brasil, nota-se que o governo pouco se importa com esse agravante, uma prova disso é a propaganda indiscriminada do bolsa-família, utilizado como um artificio para ganhar votos e, principalmente, para as mulheres terem filhos de forma irresponsável.
Essa história de que o bolsa-família é algo bom, disso, eu não tenho dúvidas, mas, o beneficio é uma via de mão- dupla. Se de um lado auxilia as pessoas que realmente vivem na miséria, por conta da seca, ou mesmo por causa do desconhecimento de muitos sobre o que é planejamento familiar, por outro, esse mesmo bem provoca em muitas mulheres a irresponsabilidade de colocar filho no mundo sem saber as consequências dessa decisão.
Esse tipo de comportamento é algo repulsivo. Para a maioria das mulheres que recebem bolsa-familia, esse beneficio é tido como um incentivo ao ócio, uma vez que estas não se preocupam em conseguir emprego, pois, afinal estão asseguradas com o bolsa-familia. Não adianta o governo fazer propaganda de planejamento familiar, se por um lado fornece subsídios para que cresça o numero de crianças, fruto da irresponsabilidade.
Os nossos governantes realizam um marketing belíssimo exaltando a distribuição de preservativos e anticoncepcionais gratuitos, mas, esquecem que o problema está localizado em limitar o número de filhos por pessoa, cada individuo tem um preço e ninguém tem culpa de vir ao mundo por causa da irresponsabilidade dos pais. Por isso o nosso sistema está defasado, pois, existem pessoas demais para poucos recursos disponíveis.
Chega dessa hipocrisia desse governo petista que já instaurou uma ditadura em nosso país. Esse sistema diz que luta pela maioria, mas, vimos que esse poder só procura o próprio beneficio. Acredito que manipular a população através de uma mesada de miséria é a forma mais sórdida de  conseguir algo. Temos que dizer não a essa metodologia totalitarista, caso contrário, estaremos daqui a alguns anos, em um governo desestruturado e desigual como ocorre com países que elegem imbecis para serem governantes.

Respeito ao próximo: isso existe no Brasil?


No Brasil é, assim, todos fingem ser modernos mediante as diversas situações que algum tempo atrás eram tidas como ilegais. No nosso pais, todos dizem não ser preconceituosos, homofóbicos e racistas, mas, sabemos que a hipocrisia rodeia nosso meio e que o brasileiro é conservador e vê as diferenças como algo ruim e prejudicial.
O que a maioria mostra é a forma mais aceita, se todos estão fazendo é tido como correto, mesmo que fira a dignidade do próximo. No cenário nacional, vemos com indignação a atuação descontextualizada do pastor Marco Feliciano. Este foi escolhido para representar os direitos humanos, mas,  o que se vê é um jogo de gato e rato no ministério. De um lado, um cara que admite ser homofóbico e racista e do outro, ativistas inconformados com a escolha de um individuo como esse.
É nessas situações que podemos dizer que o Brasil está perdido, não é tentar ser o falso moralista, mas, é entender que nosso país só cumpre protocolo e não pensa na sociedade quando realiza suas escolhas. Pelo que vimos, não houve um senso nessa escolha, não pensaram em uma pessoa que pudesse representar a todos, sem rótulos, sem preconceitos, afinal defender os direitos humanos é estar além do simples julgamento do próximo, é se importar com outro no intuito de promover o bem, algo que não se nota no pastor.
No nosso país é assim, tudo fica pelo dito e ponto, e não é diferente com a defesa dos direitos das minorias. Precisamos entender que não somos iguais e, por isso, devemos aceitar o outro como ele é, e não como gostaríamos que fosse. Infelizmente, o brasileiro ainda sofre da síndrome do pós guerra, pré julgando aquele que acha inferior seja pela condição social, racial ou mesmo pela orientação sexual.
É necessário varrer de nosso contexto os diversos tipos de preconceitos, e o meio mais viável é criar punições mais severas contra esses absurdos que vemos diariamente. É importante criar leis que visem a punição exemplar das pessoas que se julgam superior e, por isso, cometem atrocidades inaceitáveis contra os grupos  que consideram como inferiores. Chega de achar que tudo tá legal, porque não tá, estamos em pleno século 21, o preconceito está fora de moda há milênios, chegou o momento de promovermos o bem coletivo e compreender que para viver em sociedade é primordial que respeitemos o outro, não porque as leis dizem, mas, porque somos seres racionais, embora, alguns não pareçam ser.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Corrupção está no DNA do brasileiro


Parece meio forte mais é verdade, o povo brasileiro geralmente não é tão honesto como gostaríamos que fosse. Infelizmente essa é a realidade cotidianamente vista no nosso meio, sempre existe alguém dando um jeitinho daqui ou dali pra poder passar.
Esse tipo de desonestidade está presente na forma como o brasileiro compreende o que é ética. Essa excentricidade, digamos assim, tem sua origem quando surgem imprevistos como encontrar-se em situação complicada e sair dessa através da “amizade” de alguns conhecidos. Exemplos não faltam infelizmente a nossa sociedade está repleta desses insolentes que, de alguma forma, acabam por contribuir com a corrupção de nosso país.
Não adianta pregar essa demagogia de que apenas os governantes cometem o pecado da corrupção porque, esta, vai além dos desvios de verbas públicas. A corrupção começa com o cara que toma a vaga do deficiente, que não dá a cadeira no ônibus para os idosos e gestantes, que recebe o bolsa família sem estar necessitando, que fura a fila pra ser atendido mais cedo, enfim, essa lista é interminável e o brasileiro ainda vem falar dos caras que estão no poder, mas, esquece que ele está sendo tão criminoso quanto os governantes.
E não quero dizer que todos os brasileiros são desonestos, mas, a maioria não devolve, por exemplo, o troco errado. E isso é ser antiético, é ser desonesto, mas, eu me questiono será mesmo que a corrupção está no DNA do brasileiro ou é apenas um comportamento aprendido devido aos exemplos?  Talvez seja difícil encontrar essa resposta, mas, uma coisa é certa enquanto a corrupção for compreendida como algo banal, essas fraudes continuarão a acontecer.
De nada importa dizer que somos pessoas alegres e divertidas, se lá fora as noticias rolam, com ênfase, que nosso pais é um dos mais corruptos do mundo e, por isso, nossa ideologia se baseia no jeitinho brasileiro. Tudo aqui é resolvido assim, onde o correto seria seguir as regras e entender que as punições devem ser aplicadas a todos desde o verme que joga papel no chão até o governante que rouba nossos impostos e se garante no poder como forma de desmoralizar ainda mais o nosso Brasil.

Regras criam cidadãos, a liberdade sem limite cria marginais


Cotidianamente lemos nos jornais o quanto a nossa sociedade anda a beira do colapso, mas, isso acontece devido a vários fatores, dentre eles podemos falar da ausência dos pais no âmbito do educar. A vida passou a exigir muito de todo mundo, todos querem estudar, ganhar muito dinheiro e progredir, mas, todos se esquecem de que para viver no meio social é necessário respeito e, isso, vem de família.
Hoje vemos que a família está cada vez mais distante da escola e, principalmente, do papel de educar. Muitos pais culpam as instituições de ensino de não desenvolverem sua função, porém, esses pais esquecem que educação vem do berço e a escola só aprimora esse aprendizado. Constantemente, a educação familiar é deixada de lado em favor do pode tudo, o filho pode fazer o que quiser, pois, os pais acreditam que assim estarão compensando a ausência.
Nesse contexto, paramos e pensamos que tipo de pais são esses que atropelam o sentido de educar, e se isentam da função única e insubstituível que é criar um filho, Infelizmente no nosso meio encontramos pessoas assim, que colocam filhos no mundo e se esquecem que ser pai/mãe é uma tarefa para a vida inteira. É importante ressaltar que pais omissos geram filhos negligentes e irresponsáveis.
Por isso, se nossa sociedade anda mal das pernas a culpa é dos pais que dizem ser pais, mas, que lançam mão do educar e formam seres irresponsáveis, incapazes de assumirem  deveres e cumprirem tarefas sociais. Está na hora de repensar o conceito de liberdade e entender que, para se tornar cidadão, é necessário que regras sejam estabelecidas. E essa tarefa vem inicialmente da família, pois, se não mudarmos a forma como estamos educando nossos filhos, a resposta virá através da marginalidade tão difundida no nosso meio. 

quinta-feira, 11 de abril de 2013

DE UNIÃO PARA O BRASIL

Evelin Santos/Cidadeverde.com

O garoto Isac de 10 anos da cidade de União PI encantou a todos ao tocar o Hino Nacional com o seu Acordeon, na última quarta-feira dia 10 no jogo: Flamento do PI X Santos no Estádio Albertão, jogo este que ficou em 2x2.

Evelin Santos/Cidadeverde.com

Foto: Moisés-Saba



LISTA DE MUNICÍPIOS INADIPLENTES NO MARANHÃO


TCE divulga lista de gestores inadimplentes e que podem se tornar inelegíveis


Estado: Maranhão

1. Alcântara Raimundo Soares do Nascimento
2. Água Doce do Maranhão José Eliomar da Costa Dias
3. Anajatuba Nilton da Silva Lima Filho
4. Apicum-Açu Sebastião Lopes Monteiro
5. Araguanã Márcio Regino Mendonça Weba
6. Bacabal Raimundo Nonato Lisboa
7. Benedito Leite Raimundo Coelho Júnior
8. Brejo José Farias de Castro
9. Cajapió Francisco Xavier Silva Neto
10. Campestre do Maranhão Emivaldo Vasconcelos Macedo
11. Central do Maranhão Iran Monteiro Costa
12. Davinópolis Francisco Pereira Lima
13. Dom Pedro Maria Arlene Barros Costa
14. Formosa da Serra Negra Enésio Lima Milhomem
15. Graça Aranha Edvânio Nunes Pessoa
16. Icatu Juarez Alves Lima
17. Igarapé do Meio José Costa Soares Filho
18. Joselândia Maria Edila de Queiroz Abreu
19. Maracaçumé José Francisco Costa de Oliveira
20. Parnarama Raimundo Silva Rodrigues da Silveira
21. Peritoró Agamenon Lima Milhomem
22. Pinheiro José Arlindo Silva Sousa
23. Pirapemas Elizeu Barroso de Carvalho Moura
24. Porto Rico do Ma Celso Cesar do Nascimento Mendes
25. Santa Luzia do Paruá José Nelton Marreiros Ferraz
26. Santo Amaro do Ma Francisco Lisboa da Silva
27. São Domingos do Azeitão Sebastião Fernandes Barros
28. São Francisco do Brejão Alexande Araújo dos Santos
29. São Francisco do Maranhão Francisco Ademar dos Santos
30. São João do Paraíso Evaíres Martins do Vale
31. São José dos Basílios João da Cruz Ferreira
32. São Vicente de Férrer João Batista Freitas
33. Senador La Roque João Alves Alencar
34. Serrano do Ma Maunis Rocha Rodrigues
35. Timon Maria do Socorro Almeida Waquim
36. Trizidela do Vale Janio de Sousa Freitas
37. Turilândia Domingos Sávio Fonseca da Silva
38. Viana Rivalmar Luis Gonçalves Moura e Benito Coelho Filho
39. Vila Nova dos Matírios Wellington de Sousa Pinto
(*) Nomes dos gestores fornecidos pelo Setor de Cadastro - SETRI

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Charge do dia

Se o salário dos políticos fosse simbólico como o mínimo dos trabalhadores, com certeza, seria feito campanhas e mais campanhas incentivando as pessoas a se candidatarem, mas como é exorbitante o que eles ganham, sem falar no que roubam por baixo dos panos, até os palhaços querem ser políticos. embora seja uma ofensa com os mesmos, essa comparação.

terça-feira, 9 de abril de 2013

CHARGE DO DIA


Se recalque matasse, muitos unionenses já teriam morrido


É... o tempo das eleições já passou, mas, muitos no município de União, Piauí, ainda estão traumatizados por não receberem mais a “gratificação” no final do mês. O facebook de lá tá lotado de declarações polêmicas falando da atual gestão e, principalmente, dos erros que só passaram a ser vistos depois de quatro anos.
É... pelo visto, em União muitos estão inconformados com o desemprego ou mesmo com abatimento no salario, afinal, houve uma mudança de gestão e isso, acabou desanimando muitos que achavam que apogeu era eterno e que o dinheiro público é algo particular. O mais engraçado disso tudo é que muitos caíram do cavalo e terminaram no recalque por conta do excesso de confiança e puxa- saquismo. Quando dou uma olhada no facebook, vejo um choro daqui, uma revolta dali, que não tem fim. Será que esses “unionenses” estão preocupados com o povo ou será com o próprio bolso, nossa isso até rimou.
Eu, realmente, fico muito emocionada quando vejo tantas pessoas sofrendo por não terem mais seus privilégios atendidos, que peninha desse povo, juro, estou fazendo terapia só em solidariedade a esses cidadãos, tão honestos e tão patrióticos, que quando estavam no poder defecavam para a população unionense e deixavam o bem coletivo de lado e, ainda, diziam vamos lá, afinal o que importa é o meu bem ,o resto que se dane.
Ei porque esse tipo de revolta só acontece quando se perde o poder, será mesmo que isso é ser cidadão ? Desacredito nesse povo que sempre fala mal do gestor, sou imparcial, não quero tomar partido, mas essa demagogia já deu o que tinha que dar. Chega de nepotismo, de jogar pessoas pela janela do serviço público, todos deveriam fazer concurso pra serem empregados, e não serem apadrinhados para entrarem nesse prostibulo que se chama gestão pública.
Talvez, esse tipo de insanidade não acontecesse, se esse país medíocre levasse o bem coletivo a sério. Chega de patrocinar essas idiotices que vivem ganhando para não fazerem nada, parasitas devem ser exterminados, vermífugo no Brasil e no município de União, acorda população tá na hora de arregaçar as mangas e fazer alguma coisa, e não ficar só criticando o atual gestor, sendo que este chegou a pouco tempo, será mesmo ele o único responsável por quase quatro anos de puro nepotismo e arbitrariedades? Repense antes de ficar colocando qualquer esterco no facebook, além do mais palavras tem peso, mas as ações são as que fazem a diferença.

O VACILO DO BRASIL


Esse negócio de que pode tudo no Brasil, demonstra exatamente o que há de errado com o nosso pais. Nosso pais  paga pra bandido se manter preso, nosso país permite nudez, mulheres com os seios a mostra em pleno carnaval e como se ainda não fosse possível piorar, vemos com perplexidade palhaços governando nosso pais, ou melhor, corruptos porque, embora  seja minoria, quase extinção, ainda temos um ou outro politico que faz alguma coisa pelo povo. Não me perguntem quem são, porque não sei dizer quem são esses  seres folclóricos, mas, acredito que eles estão por ai, embora, muitos não acreditem.
O vacilo do Brasil é esse, achar que nós podemos tudo, que somos um pais democrático e que, por isso, é certo matar o próximo que nada vai acontecer, agredir e ferir a moral do outro que punições não vão ocorrer. Por esta razão, acredito que seria interessante voltarmos à época em que a palmatoria existia, em que o professor era visto como ser humano. Cito a palmatoria como exemplo de algo que possibilita a ordem, não como um meio repressor que impõe disciplina. Infelizmente, muitos só aprendem através de formas rígidas de ensino e, creio que partindo desse preceito possamos entender que alguns hábitos, tidos como arcaicos devem voltar a nossa sociedade e, principalmente, a reforma deve ocorrer nas escolas, segunda instituição mais relevante para formação do ser humano, pois, em primeiro vem a família.


A educação modifica o ser humano, se hoje, nosso pais vive com tanta violência, com tanta atrocidade  sendo cometida, é porque algo anda sendo mal compreendido. Não podemos aceitar que tudo que está acontecendo em nosso pais é correto, porque não é. Não podemos vacilar mais, ta na hora de voltar à época da revolução, não deixar morrer o espirito da luta por dias melhores, pedir mais dignidade e menos imoralidade. Temos que dar um basta a toda essa demagogia que se enraizou em nosso meio como se fosse o próprio oxigênio.
                 Talvez um pouco de verdade e revolta expressa através do voto, mude o nosso Brasil, pais do futebol, mas, também da vergonha da corrupção, do baixo salario dos professores, dos altos preços da cesta básica, dos transportes públicos precários, enfim, exemplos não faltam, o que falta mesmo é um pouco de caráter não só nos governantes, mas, também nos eleitores que dizem ser cidadãos.

                                                                                    Autora: Angela Ribeiro